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terça-feira, 10 de março de 2020

Resenha: Killer Clown: Retrato de Um Assassino - Terry Sullivan & Peter Maiken
12:02:000 Comentários



Título: Killer Clown: Retrato de Um Assassino
Autores: Terry Sullivan & Peter Maiken
Editora: @darksidebooks
Número de páginas: 432
Minha classificação: 4,5★’s


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▶ Sobre a edição:


Pra mim, o ponto principal desta edição é ter sido feita no mesmo modelo de Ted Bundy. São livros que abordam assuntos parecidos, então, nada mais justo do que as edições terem um certo padrão. Mas, as imagens escolhidas para fazer parte do livro também nos ajudam a ter uma noção melhor sobre os fatos, apesar de algumas nos assombrarem muito. Já a fonte continua igual aos outros livros da Caveira e o papel das páginas é mais grossinho. Ou seja, preparem seus marca-textos!

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▶ Sobre a história:


Por baixo da fachada de cidadão americano modelo, John Wayne Gacy era um dos assassinos em série mais sádicos de todos os tempo. Uma de suas faces era um empresário de sucesso, outra um palhaço que entretinha crianças em festas infantis e outra... Bom, esta poucos puderam ver. Era ela que mantinha segredos enterrados em sua casa de horrores.




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▶ O que eu achei:


Apesar de conhecer um pouco sobre os crimes de alguns assassinos em série, os de Gacy não me erram muito familiares. Talvez pelo fato de que passei boa parte desta então curta vida, odiando palhaços e os temendo. Mas, assim que li It, A Coisa me deparei com uma imensa vontade de conhecer mais sobre palhaços e lógico, Killer Clown estava na lista.

Antes de qualquer comentário acerca do livro, preciso dizer que pra mim não ficou claro o motivo pelo qual o apelidaram de "Palhaço Assassino". Claro, ele tinha alguns itens de palhaços em sua casa e também representava um em festas infantis, mas só. Não consigo encontrar uma ligação tão forte disto com os crimes, o que justificaria o apelido. Então, preciso alertá-los de que essa não é propriamente uma história sobre um palhaço que comete crimes enquanto palhaço.


Dito isto, vamos para as minhas considerações.


Bom, meia dúzia de capítulos já foram o suficiente para despertar o meu mais profundo nojo. Este é realmente um livro para quem tem estômago forte ou que não se importa em fazer pausas para respirar fundo e beber um copo d'água.


"Senti um frio na espinha quando a cadela subiu no lado dos passageiro e se deitou no assento. De acordo com seu tratador, aquela era a 'reação de morte'"

Mas, uma dor de cabeça que não temos é quanto a linha do tempo. Em Killer Clown, começamos do começo, sem flashs do futuro. Claro, temos alguns comentários sobre o passado de Wayne, mas somente para que possamos nos situar no presente estipulado pelo livro. Se você, assim como eu, não conhece muito sobre estes crimes é lógico que vai ser pego pela ansiedade vez ou outra. Mas ainda assim é um jeito melhor de compreender o que está acontecendo e até mesmo ir descobrindo pistas junto com os policiais. E, surpreendentemente, o ritmo de leitura se tornou razoavelmente rápido apesar de algumas partes serem muito densas.


Aliás, os policiais foram o meu maior drama durante esta leitura. Primeiro, tudo o que eles faziam me irritava, já que pareciam estar tratando o assassino como um cidadão comum ou até mesmo um amigo. Depois, eles pareciam estar a um passo atrás pois simplesmente não olhavam na direção certa, ou estavam distraídos demais conversando ou com um mini game em mãos. Mas, no final, entendi que eles eram pessoas e nós não somos invencíveis. Eles estavam em meio à investigação mais importante de suas carreiras e ao mesmo tempo, presenciavam coisas aterrorizantes. Talvez se não fossem as conversas, piadas, jogos e cervejas, muitos teriam enlouquecido em meio à tudo aquilo.


"Mergulhado na água quente e calmante, o policial se desmanchou em lágrimas. Chorou compulsivamente por dez minutos. E não foi o único."

Também não podemos esquecer que, apesar de vários garotos já estarem desaparecidos, a investigação em si só começou quando estes mesmos policiais ouviram uma mãe e não mediram esforços para encontrar seu filho.


No entanto, apesar de não ser uma Juíza, muito menos um Ser Divino, acredito que a condenação foi muito rápida. Entendo a pressa em resolver o caso e condenar um monstro, mas assim algumas respostas morreram com ele. As pinceladas de fatos atuais que os autores dão no fim do livro só reforçam isso, pois algumas coisas viraram um mistério eterno. Lugares suspeitos, corpos não identificados, famílias sem notícias de seus filhos, etc. Confesso que isso me deixou bem chocada, pois me fez perceber o tamanho do estrago que este homem fez no mundo e na vida de tantas pessoas.


Aliás, fiquei com a sensação de que a casa de Wayne passou a atrair desastres e mortes, também por incidentes mencionados pelo autores. Isso, juntamente com algumas fotografias do livro, são coisas que irão me assombrar para sempre. Pois tudo é de uma crueldade absurda. O próprio John não demonstrava remorso nenhum e ainda por cima,  tentava manipular a justiça alegando uma doença que claramente não possuía. Mas para nosso alívio, ninguém mais caiu em suas mentiras e ele foi julgado e condenado.






As informações sobre o funcionamento da lei em Chicago, são impecáveis. A forma como Terry conseguiu nos explicar fatores extremamente complicados e tramites piores ainda, é incrível e super necessária. Pois assim conseguimos entender como de fato o réu foi julgado, o que pôde ser levado em consideração ou não. Sem falar que nos mostrou o quanto os policiais trabalharam durante e depois de tudo isso.


Bom, sinto que não posso falar muito sobre John Wayne Gacy, pois acabaria dando spoiler do livro para quem ainda não conhece muito sobre. O que posso adiantar é que ele é o famoso bom moço, de quem ninguém desconfia, de quem todos adoram. Ou seja, a pessoa acima de qualquer suspeitas... Isso até alguém fazer as ligações certas e revelar o monstro que residia nas paredes, nas escadas, na garagem e no porão da West Summerdale Avenue, 8213.


"Um homem não precisa ser um monstro de olhos esbugalhados para ser mentalmente insano. Pode estar no meio de nós, e esse é o tipo mais perigoso."

Minhas 5 estrelas só não foram dadas para este livro pois acredito que os autores deixaram escapar muitas coisas sobre o desfecho do caso e também sobre a vida do John. Entendo que foi preciso resumir algumas partes e até mesmo retirar outras, mas eu, particularmente, gosto de ver a face do serial killer e com isso digo ver muitas informações sobre sua vida no passado e até o momento em que foi descoberto. Na verdade, Killer Clown é um livro sobre os policiais e sua investigação sobre o caso. Talvez eu tenha ido com expectativas diferentes pois o livro me foi vendido de outra forma. Então, fica aqui meu outro aviso para evitar visões controversas sobre o livro.


"... era talvez a compreensão do mal que havíamos revelado que nos desanimava mais que tudo. Nem mesmo o triunfo da prisão parecia atenuar aquela violência emocional."



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terça-feira, 11 de setembro de 2018

Carta para Holly Gibney feat #dlcartaspara
19:33:000 Comentários



❝Querida Holly,⠀


Ah, você me ensinou tantas coisas.
Me ajudou a aceitar fatos sobre mim e a entender que seria melhor encarar do que fugir. Me ensinou a ter paciência comigo mesma e me fez compreender que, por mais que eu esteja me sentindo um coco e ache que não tenho nada de especial dentro de mim, sempre há pelo menos uma coisinha. Sempre temos algo belo e extraordinário dentro de nós.

Nos piores dias eu sempre lembro da sua história e de como você é forte. Apesar de todas as coisas que tentavam te puxar para baixo, você conseguiu encontrar aquela tal luz no fim do túnel. A forma como você encarou tudo e lutou para ficar bem, é algo que sempre me motiva a continuar tentando também.

Obrigada por nos mostrar que sim, existe uma saída e nunca é tarde demais. Que sempre há algo bom esperando por nós depois de uma fase difícil. Que ter pessoas que nos amam ao nosso lado, realmente muda tudo e nós torna mais fortes.

Você é encantadora!
Tenho certeza de que você sempre deixa um pouco de si nas pessoas e eu me sinto muito sortuda por ter sido uma dessas pessoas.

Ps: Você sempre será a minha heroína, Holly.❞


♥️|Olá humanxs!
Esse post faz parte do projeto maravilhoso que foi criado pela @eu_preciso_lhes_dizer e se chama #dlcartaspara. O objetivo dele é escrever uma carta para um personagem que gostamos muito. Mas, como estamos no Setembro Amarelo, esse post também faz parte do #SALiterario.


Holly Gibney é uma personagem criada pelo mestre Stephen King e que aparece na Trilogia Bill Hodges e em Outsider. Holly é uma mulher que sofre de depressão entre outros problemas para se relacionar com pessoas. Mas, durante as páginas dos livros do mestre ela se torna uma das personagens mais fortes que eu já conheci... Sem falar que ela sempre rouba a cena e se torna praticamente a personagem principal.
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sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Quotes: O Sorriso da Hiena - Gustavo Ávila
21:40:000 Comentários

🌹| Hey humanxs, bom fim de tarde.

Só pra encerrar a semana bem, hoje é de dia de conferir alguns dos quotes desse livro maravilhoso. "Alguns?!" Sim, pois como vocês podem ver, esse livro acabou com o meu estoque de post-its haha. Se fosse possível, eu citaria todos.
"Superar é poder estar perto de algo que você decidiu largar." 
Pág: 22.
"O que eu quero dizer é que não vale a pena ficar com uma pessoa que diz que ama os seus defeitos. Essa pessoa nunca vai deixar você se tornar alguém melhor." 
Pág: 24.
"Quem realmente não faz tudo que pode não tem o direito de se sentir frustrado."
Pág: 58.
"Arrogante é como os invejosos chamam os competentes."
Pág: 69.
"É preciso sentir as necessidades do outro e que o outro sinta as nossas para que todos possam sobreviver."
Pág: 204.
"Quando ele presenciava algo que podia fazê-lo perder a fé na humanidade, olhava para a foto dela. Era o que precisava para se lembrar de que algumas pessoas fazem valer o trabalho de tentar salvar o mundo."
Pág: 222.


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terça-feira, 21 de novembro de 2017

Primeiro post literário do Profundez
04:08:000 Comentários

🌹| Hey, bom fim de tarde humanxs! Tudo bem com vocês?♥️
O primeiro post literário do Profundez não poderia ser sobre outro livro senão o Sorriso da Hiena do autor Gustavo Ávila. Livro este que ganhou um lugarzinho especial no meu coração esse ano.

▶Confira a sinopse:
É possível justificar o mal quando há a intenção de fazer o bem? Uma trama complexa de suspense e jogos psicológicos. Atormentado por achar que não faz o suficiente para tornar o mundo um lugar melhor, William, um respeitado psicólogo infantil, tem a chance de realizar um estudo que pode ajudar a entender o desenvolvimento da maldade humana. Porém a proposta, feita pelo misterioso David, coloca o psicólogo diante de um complexo dilema moral. Para saber se é um homem cruel por ter testemunhado o brutal assassinato de seus pais quando tinha apenas oito anos, David planeja repetir com outras famílias o mesmo que aconteceu com a sua, dando a William a chance de acompanhar o crescimento das crianças órfãs e descobrir a influência desse trauma no desenvolvimento delas. Mas até onde William será capaz de ir para atingir seus objetivos?

Em “O sorriso da hiena”, Gustavo Ávila cria uma trama complexa de suspense e jogos psicológicos, em uma história que vai manter o leitor fisgado até a última página enquanto acompanha o detetive Artur Veiga nas investigações para desvendar essa série de crimes que está aterrorizando a cidade.

♥ PS: Quarta-feira tem resenha aqui no Ig, sobre esse livro nacional maravilhoso. Aguardem…
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