2020 - Profundez

quarta-feira, 18 de março de 2020

Bookag - #UmLivroQueVocê
20:48:000 Comentários


Oi migos!
Hoje vim responder a tag #UmLivroQueVocê, que vi lá no ig da Alice do @enjoybookss já faz um tempinho. Bora lá?!⠀📚| Um livro que você salvaria em um apocalipse zumbi⠀» O Sorriso da Hiena, pois quando reconstruíssemos nossa sociedade, poderíamos usá-lo para aprender muitos valores.

📚| Um livro que você trancaria em um cofre e não deixaria ninguém ler⠀» O Menino que Desenhava Monstros, só para poupá-los de uma imensa decepção.

📚| Um livro que você leria por toda a eternidade⠀» It, A Coisa sem nem pensar duas vezes.

📚| Um livro que você gostaria de ler pela primeira vez novamente⠀» Os livros de ACOTAR. Nossa, meu sonho viver novamente aquele surto de quando li os livros pela primeira vez e descobri esse universo fantástico criado por titia Sarah.

📚| Um livro que você apagaria da sua memória⠀» O Ceifador, simplesmente por que as sensações que ele me deixou como lembrança são péssimas. Foi uma leitura bem difícil, que me jogou numa bad terrível.E essas foram as minhas respostas!Mas e aí, qual livro você trancaria em um cofre pra ninguém poder ler, seja por detestá-lo ou por quere-lo só pra você? Hahah. Me conta aqui nos comentários 🖤.
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segunda-feira, 16 de março de 2020

Resenha: Galeria Clarke de Suspense e Mistério - Editora Wish
12:02:001 Comentários

Título: Galeria Clarke de Suspense e Mistério
Organizadora: Juliana Daglio
Editora: @editorawish
Número de páginas: 224
Minha classificação: 4,5★’s


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▶ Sobre a edição:

Neste livro, a Wish nos trouxe uma edição em capa dura impecável. Com direito a folhas grossinhas, apenas uma fonte em variados tamanhos e estilos para remeter ao modelo antigo de impressão de livros e claro, ilustrações incríveis e apavorantes de Harry Clarke.

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▶ Sobre a história:

Galeria Clarke de Suspense e Mistério conta com 15 histórias inspiradas nas obras de Harry Clarke. Estas que vão desde supostos delírios até cenas reais e macabras. Passando por diversas escritas de autores nacionais maravilhosos e, aparentemente, com cabeças recheadas de histórias assustadoras.


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▶ O que eu achei:


Galeria Clarke tem a fórmula perfeita para nos fazer devorar o livro e perder o sono à noite. Pois as histórias que habitam nestas páginas são chocantes, assustadoras e repletas de cenas asquerosas.

Mas, além de nos depararmos com o terror em seu estado bruto, também nos vemos imersos em uma espécie de terror psicológico. Pois não sabemos se o que está acontecendo é de fato real ou apenas um delírio da mente dos personagens. Será que nos deixamos enganar assim tão fácil? Ou... Será que a linha entre a loucura e a sanidade é mais tênue do que pensávamos? 

Apesar de todo o terror, também temos contos que retratam injustiças cometidas pela sociedade. Principalmente, o quanto nós, mulheres, somos menosprezadas desde o início dos tempos e o quanto temos lutado para conquistar nosso espaço e nossos sonhos.

Uma de minhas coisas favoritas em livros de contos, é descobrir como é a escrita de autores que até então me eram desconhecidos. Em Galeria Clarke, me deparei com textos impecáveis do início ao fim. Naturalmente, acabei me identificando mais alguns, seja pelo fato de a escrita ser mais direta ou pelos diálogos surreais que encontrei ao longo das páginas.

Meu único motivo para não ter avaliado este livro com 5 estrelas, foi o fato de que alguns contos foram muito confusos para mim, ou seja, praticamente não consegui me situar na história e nem entender as ações dos personagens.

Os contos que ganharam meu coração, foram Escalpo com sua brutalidade misturada, perfeitamente, com inocência infantil e Embate na Taberna que me fez rir horrores e ainda assim, ficar arrepiada com tamanha monstruosidade.

Quanto as obras de Harry Clarke... Bom, elas estão habitando meu coração trevoso desde que meus olhos as encontraram.

"A maior de todas as dores não advém das nossas vivências, dos nossos equívocos, não; ela surge de tudo aquilo que sonhamos e jamais realizamos."


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terça-feira, 10 de março de 2020

Resenha: Killer Clown: Retrato de Um Assassino - Terry Sullivan & Peter Maiken
12:02:000 Comentários



Título: Killer Clown: Retrato de Um Assassino
Autores: Terry Sullivan & Peter Maiken
Editora: @darksidebooks
Número de páginas: 432
Minha classificação: 4,5★’s


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▶ Sobre a edição:


Pra mim, o ponto principal desta edição é ter sido feita no mesmo modelo de Ted Bundy. São livros que abordam assuntos parecidos, então, nada mais justo do que as edições terem um certo padrão. Mas, as imagens escolhidas para fazer parte do livro também nos ajudam a ter uma noção melhor sobre os fatos, apesar de algumas nos assombrarem muito. Já a fonte continua igual aos outros livros da Caveira e o papel das páginas é mais grossinho. Ou seja, preparem seus marca-textos!

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▶ Sobre a história:


Por baixo da fachada de cidadão americano modelo, John Wayne Gacy era um dos assassinos em série mais sádicos de todos os tempo. Uma de suas faces era um empresário de sucesso, outra um palhaço que entretinha crianças em festas infantis e outra... Bom, esta poucos puderam ver. Era ela que mantinha segredos enterrados em sua casa de horrores.




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▶ O que eu achei:


Apesar de conhecer um pouco sobre os crimes de alguns assassinos em série, os de Gacy não me erram muito familiares. Talvez pelo fato de que passei boa parte desta então curta vida, odiando palhaços e os temendo. Mas, assim que li It, A Coisa me deparei com uma imensa vontade de conhecer mais sobre palhaços e lógico, Killer Clown estava na lista.

Antes de qualquer comentário acerca do livro, preciso dizer que pra mim não ficou claro o motivo pelo qual o apelidaram de "Palhaço Assassino". Claro, ele tinha alguns itens de palhaços em sua casa e também representava um em festas infantis, mas só. Não consigo encontrar uma ligação tão forte disto com os crimes, o que justificaria o apelido. Então, preciso alertá-los de que essa não é propriamente uma história sobre um palhaço que comete crimes enquanto palhaço.


Dito isto, vamos para as minhas considerações.


Bom, meia dúzia de capítulos já foram o suficiente para despertar o meu mais profundo nojo. Este é realmente um livro para quem tem estômago forte ou que não se importa em fazer pausas para respirar fundo e beber um copo d'água.


"Senti um frio na espinha quando a cadela subiu no lado dos passageiro e se deitou no assento. De acordo com seu tratador, aquela era a 'reação de morte'"

Mas, uma dor de cabeça que não temos é quanto a linha do tempo. Em Killer Clown, começamos do começo, sem flashs do futuro. Claro, temos alguns comentários sobre o passado de Wayne, mas somente para que possamos nos situar no presente estipulado pelo livro. Se você, assim como eu, não conhece muito sobre estes crimes é lógico que vai ser pego pela ansiedade vez ou outra. Mas ainda assim é um jeito melhor de compreender o que está acontecendo e até mesmo ir descobrindo pistas junto com os policiais. E, surpreendentemente, o ritmo de leitura se tornou razoavelmente rápido apesar de algumas partes serem muito densas.


Aliás, os policiais foram o meu maior drama durante esta leitura. Primeiro, tudo o que eles faziam me irritava, já que pareciam estar tratando o assassino como um cidadão comum ou até mesmo um amigo. Depois, eles pareciam estar a um passo atrás pois simplesmente não olhavam na direção certa, ou estavam distraídos demais conversando ou com um mini game em mãos. Mas, no final, entendi que eles eram pessoas e nós não somos invencíveis. Eles estavam em meio à investigação mais importante de suas carreiras e ao mesmo tempo, presenciavam coisas aterrorizantes. Talvez se não fossem as conversas, piadas, jogos e cervejas, muitos teriam enlouquecido em meio à tudo aquilo.


"Mergulhado na água quente e calmante, o policial se desmanchou em lágrimas. Chorou compulsivamente por dez minutos. E não foi o único."

Também não podemos esquecer que, apesar de vários garotos já estarem desaparecidos, a investigação em si só começou quando estes mesmos policiais ouviram uma mãe e não mediram esforços para encontrar seu filho.


No entanto, apesar de não ser uma Juíza, muito menos um Ser Divino, acredito que a condenação foi muito rápida. Entendo a pressa em resolver o caso e condenar um monstro, mas assim algumas respostas morreram com ele. As pinceladas de fatos atuais que os autores dão no fim do livro só reforçam isso, pois algumas coisas viraram um mistério eterno. Lugares suspeitos, corpos não identificados, famílias sem notícias de seus filhos, etc. Confesso que isso me deixou bem chocada, pois me fez perceber o tamanho do estrago que este homem fez no mundo e na vida de tantas pessoas.


Aliás, fiquei com a sensação de que a casa de Wayne passou a atrair desastres e mortes, também por incidentes mencionados pelo autores. Isso, juntamente com algumas fotografias do livro, são coisas que irão me assombrar para sempre. Pois tudo é de uma crueldade absurda. O próprio John não demonstrava remorso nenhum e ainda por cima,  tentava manipular a justiça alegando uma doença que claramente não possuía. Mas para nosso alívio, ninguém mais caiu em suas mentiras e ele foi julgado e condenado.






As informações sobre o funcionamento da lei em Chicago, são impecáveis. A forma como Terry conseguiu nos explicar fatores extremamente complicados e tramites piores ainda, é incrível e super necessária. Pois assim conseguimos entender como de fato o réu foi julgado, o que pôde ser levado em consideração ou não. Sem falar que nos mostrou o quanto os policiais trabalharam durante e depois de tudo isso.


Bom, sinto que não posso falar muito sobre John Wayne Gacy, pois acabaria dando spoiler do livro para quem ainda não conhece muito sobre. O que posso adiantar é que ele é o famoso bom moço, de quem ninguém desconfia, de quem todos adoram. Ou seja, a pessoa acima de qualquer suspeitas... Isso até alguém fazer as ligações certas e revelar o monstro que residia nas paredes, nas escadas, na garagem e no porão da West Summerdale Avenue, 8213.


"Um homem não precisa ser um monstro de olhos esbugalhados para ser mentalmente insano. Pode estar no meio de nós, e esse é o tipo mais perigoso."

Minhas 5 estrelas só não foram dadas para este livro pois acredito que os autores deixaram escapar muitas coisas sobre o desfecho do caso e também sobre a vida do John. Entendo que foi preciso resumir algumas partes e até mesmo retirar outras, mas eu, particularmente, gosto de ver a face do serial killer e com isso digo ver muitas informações sobre sua vida no passado e até o momento em que foi descoberto. Na verdade, Killer Clown é um livro sobre os policiais e sua investigação sobre o caso. Talvez eu tenha ido com expectativas diferentes pois o livro me foi vendido de outra forma. Então, fica aqui meu outro aviso para evitar visões controversas sobre o livro.


"... era talvez a compreensão do mal que havíamos revelado que nos desanimava mais que tudo. Nem mesmo o triunfo da prisão parecia atenuar aquela violência emocional."



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sexta-feira, 6 de março de 2020

Resenha: Bom dia, Verônica - Raphael Montes & Ilana Casoy
16:07:000 Comentários

Título: Bom dia, Verônica
Autores: Raphael Montes & Ilana Casoy
Editora: @darksidebooks
Número de páginas: 256
Minha classificação: 3,5★’s


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▶ Sobre a edição:

Bom dia, Verônica possui duas edição, porém, a minha é a que foi publicada ano passado. Então, sobre ela, posso dizer que a diagramação está lindíssima e a ideia de acrescentar uma luva simulando uma caixa foi perfeita. As únicas coisas que não curti muito foram as páginas serem super fininhas e a capa branca. Mas quanto a capa, é apenas um gosto pessoal.

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▶ Sobre a história:
A rotina de Verônica Torres, uma escrivã de policia, era pacata até ela presenciar um suicídio e uma ligação anônima de alguém pedindo socorro. Sem pensar duas vezes, ela decide investigar o caso por conta própria, mas, acaba descobrindo que estes misteriosos casos escondem coisas que ela jamais poderia imaginar.



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▶ Sobre os personagens:

Verônica conquistou minha antipatia logo nas primeira páginas. Simplesmente por ser aquele tipo de "heroína" atrapada, que não sabe o que está fazendo e sua principal motivação é ela mesmo, justamente quando à vidas em jogo.
Os outros personagens também me decepcionaram um pouco, pois quase todos são super rasos e muito confusos e hipócritas em suas escolhas e/ou ações.

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▶ O que eu achei:


Minhas expectativas para este livro já eram bem altas quando alimentadas só pela premissa. Depois que descobri que era uma história de Ilana Casoy com Raphael Montes... Bom, elas foram parar nas alturas.

No entanto, a experiência não foi assim tão incrível.

A quantidade de cenas inacabadas, abandonadas do nada, foi algo que me incomodou bastante. Assim como informações que simplesmente não batiam ou não se encaixavam em contexto nenhum.

Acredito que os autores inseriram elementos incríveis, que poderiam ter sido explorados de mil formas, mas que acabaram ficando esquecido durante a trama. Sinceramente, isso é algo que me deixa mega triste, pois ver os autores com o garfo e a faca na mão, mas sem usá-los me parece um imenso desperdício.

Outro fato é que quando detestamos a protagonista, se torna muito difícil gostarmos de uma história onde seu ponto de vista é predominante. Verônica e eu realmente não nos demos bem. Em parte por sua hipocrisia e em parte por seu egoísmo. Ela definitivamente, não é nossa heroína.

Cheguei a criar algumas teorias sobre isto, mas como só tive 1% de confirmação durante a leitura, é algo que vou deixar para a resenha do próximo livro. Que aliás, tem me feito criar expectativas novamente. Pois se os autores realmente seguirem uma outra linha, como foi prometido no epílogo, e abordarem com mais calma assuntos que apareceram nesse livro, acredito que será uma grande história.

Não mudaria minha opinião sobre este primeiro livro, mas justificaria algumas coisas e se tornaria tranquilo ler um livro não tão bom assim, que ficaria visto como uma introdução, para chegar a algo mais concreto e assustador.

Quando à série que será produzida por dona Netflix, posso dizer que estou esperando maravilhas haha. Verônica é uma grande personagem, com um baita potência. Só acredito que ela foi trabalha de uma forma confusa no livro, que assumiu lugares que não condizem com sua personalidade e os indícios contrários foram muito fracos. Porém, acho que como streaming as coisas ficaram bem mais claras e veremos sua verdadeira face.



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segunda-feira, 2 de março de 2020

Lidos de Fevereiro!
12:00:000 Comentários

Oi  migos!
Hoje vim contar um pouco mais sobre as minhas leituras de fevereiro. Por incrível que pareça, finalmente, estou fazendo o post de leituras mensais logo no início do mês seguinte haha.

O meu saldo de leituras de fevereiro foi bem menor do que o de janeiro, mas, acredito que seja por  que fevereiro passou voando e eu ainda li Killer Clown, que foi uma leitura mega densa.

Bom, sem mais delongas, bora lá haha.

▶ Galeria Clarke de Suspense e Mistério | 4,5★’s
Galeria Clarke foi a leitura coletiva de fevereiro do @3oclockreadingclub em parceria com minha crush suprema @editorawish. No geral, foi uma leitura maravilhosa que me fez sentir milhares de  emoções, fui do nojo à pura admiração. Sem falar nas risadas que acabei dando com um conto em especial haha. As obras de Harry Clarke também ganharam um lugarzinho pra lá de especial no meu coração trevoso.

▶ A Hora do Lobisomem | 4★’s
Esse ano me comprometi a ler pelo menos um King por mês e o escolhido de fevereiro foi A Hora do Lobisomem. Confesso que não estava esperando tanto assim dessa leitura e de fato foi o melhor à se ter feito haha. Não me entendam mal, é um conto bem legal e com um protagonista incrível. Mas, pra mim, o protagonista é o único ponto alto da história e infelizmente, a trama não me fez sentir aquela conexão com a história.

▶ Não Conte A Ninguém | 3★’s
Bom, esse era um livro que eu já tinha iniciado e não conseguia terminar por nada. Mas, felizmente, consegui dar um gás na leitura dele e concluí-lo. O que posso dizer é que realmente preciso dar um tempo nos livros do Harlan. Talvez dê uma nova chance pra ele, mas acredito que isso vá demorar um pouco haha.

▶ Killer Clown | 4,5★’s
Antes de mais nada, preciso dizer que eu estava ansiosa por essa leitura desde o fim do ano passado. É um livro super denso? Sim, mas é um livro sobre um Serial Killer, então não podemos esperar algo leve. Também acabei me surpreendendo muito durante a leitura, pois realmente não conhecia quase nada sobre os crimes de John Wayne Gace. Acho que posso dizer que este livro é assustador o suficiente, para ser comparado com vários livros de terror que já li.


E essas foram as minhas leituras de fevereiro!
Agora, me contem aqui nos comentários: Quais livros vocês leram mês passado? Tivemos alguma leitura em comum?
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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

Vamos ler Pequenas Realidades em Março?
12:29:000 Comentários

Oi migos!

» Vamos ler Pequenas Realidades em Março?

Em homenagem ao Dia internacional da Mulher, nós do Coven do @3oclockreadingclub decidimos que a leitura do mês de Março, tinha que ser de um livro escrito por uma mulher. Então, iremos ler Pequenas Realidades da nossa maravilhosa Tabitha King.

Bom, esse vai ser meu primeiro contato com a escrita da autora, no entanto, minhas expectativas já estão altíssimas. Não só pela qualidade estrutural dos personagens que a premissa nos promete, mas também pelas resenhas incríveis que já li/assisti.

Para participar da leitura coletiva, basta ficar de olho no @3oclockreadingclub pois em breve iremos postar o cronograma. Mas, se você já quiser garantir seu lugar na primeira fileira, é só entrar no nosso grupo no whatsapp (link disponível na bio do 3 O'Clock) e tirar o pó do seu exemplar.



Também deixarei a sinopse do livro abaixo, caso você não o conheça e tenha ficado curiosx:

Entusiasta de miniaturas, a socialite Dorothy Hardesty Douglas vive na redoma de seu legado de sucesso. Ela possui uma réplica da Casa Branca, perfeita em seus mínimos detalhes. Ao conhecer Roger Tinker, que trabalhou para um governo em um projeto secreto, ela descobre que uma maneira fantástica, e um tanto perturbadora, de decorar sua casinha. Em uma trama que envolve relações familiares problemáticas e o mundo estranho e obsessivo das miniaturas, Tabitha King conduz o leitor por uma história grotesca e disfuncional. Não sabemos para onde os personagens vão nos levar com seus atos extremos, e a sensação fascina e aterroriza na mesma medida. Depois de ler Pequenas Realidades, você nunca mais verá casinhas de bonecas do mesmo jeito.
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